ARTISTA SERRA-TALHADENSE SE DESTACA NO CENÁRIO CULTURAL ALAGOANO
Gildo Alves começou sua carreira no teatro em julho de 2011, frequentando as aulas do curso de formação teatral “Aprender Fazendo”, promovido pelo “Ponto de Cultura Oficina de Criação - Centro Dramático Pajeú de Serra Talhada”, com os professores Modesto de Barros, Helena Conserva, Jorge Costa, Cassiano Gomes (artista carioca) e este que vos escreve (Carlos Sett), onde concluiu o curso com a encenação da peça “Conversas de Lavadeiras”, sob minha direção, o que lhe abriu portas.
“Foi lá meu primeiro contato com a arte onde pude realizar um sonho que alimentava desde os 6 anos de idade”. Relata Gildo Alves Bezerra, o filho predileto de Marileide (Lêda). Seu pai (já falecido) se chamava Gildo Romão.
Aos poucos o extrovertido artista foi se aproximando dos demais alunos/atores/atrizes do curso, que feito ele, estavam em busca de conhecimento artístico e realização pessoal, alguns, a exemplo dele e Dany Feitosa, almejavam desde então, a carreira profissional na área das artes e da cultura.
Gildo
já chegou demonstrando aptidões e literalmente, “roubando
a cena”.
Pois havia feito dramatizações nas escolas onde estudara,
apresentações de danças, incluindo quadrilha junina, outra grande
paixão sua. Se
um
quadrilheiro de coração, ator, dançarino, coreografo e “arranha”
palhinhas de cantor, hoje atuando na “Banda
Cazuadinha”
e na
“Banda
Drops”,
em Maceió – Alagoas.
Quanto ao interesse em fazer teatro, ele detalha: “assisti o espetáculo “Elas… & Ele! Uma Comédia Musical”, no teatro do CIST em 2008, uma produção do Centro Dramático Pajeú – CDP, naquele momento tive a certeza que atuar (ser ator) seria minha profissão. um ano após esse fato encontrei Carlos Sett - o ator de Serra, pelas redes sociais e fui aprimorando o meu despertar para as manifestações artísticas e culturais”.
Depois
do curso de iniciação do CDP, Gildo não parou mais. Tem
participado de oficinas formativas, festivais e eventos culturais em
geral, demonstrando o gosto pelas artes e o
seu
poder de transformação. Após
“Conversar
de Lavadeiras”,
sua primeira peça de teatro, recebeu o convite para fazer o infantil
“Jacaré
Espaçonave do Céu”,
com essa peça ele
realizou
um feito inédito
e grandioso junto a outros artistas cênicos de Serra Talhada,
uma apresentação no Teatro Barreto Jr. na Capital pernambucana.
“Reizinho da Fome”e a esquete: “Ela Me Deixa Louco”, são alguns de seu trabalhos no início da carreira. Atuou também como sonoplasta e iluminador cênico em espetáculos, como: “Jesus & Judas – Traição ou Missão” e “Neurose: A Cidade e Seus Sentidos”. Integrou a figuração do espetáculo ao ar livre “O Massacre de Angico – A morte de Lampião”, produção da Fundação Cultural Cabras de Lampião, passando em seguida a compor o elenco principal, como interprete do personagem “Zé de Saturnino” e um tempo depois, passou a representar o “cangaceiro Zé Sereno”.
Em 2013, fez sua estreia no Ponto de Cultura ETEAST Produções Artísticas atuando de forma genial na comédia: “Fulana, Sicrana, Beltrana”, do dramaturgo paulistano Paulo Sacaldassy, como interprete da Fulana, com Dany Feitosa, representando a Sicrana e Carlos Sett, vivendo a Beltrana, a direção ficou a cargo de Ivanildo Duarte, que também, o dirigiu na encenação da “Via Sacra do Bom Jesus – A Paixão de Cristo de Serra Talhada”, onde interpretou o discípulo Judas. No ano de 2016, ele se aventurou no Rio de Janeiro, aonde iniciou o Curso de Atuação para TV, da Escola Wolf Maya.
“Estou trabalhando também na maior quadrilha de todas “Amanhecer No Sertão”, dirigida pelo maior de todos o “David Perdigão”, colocando voz nos personagens. Sigo coreografando pessoas para eventos; entre outros serviços da cadeia produtiva da cultura, sempre voltados para as artes e os espetáculos”. Finaliza o artista.
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